29.11.16

Cobras venenosas

Picadas de cobras

Para prevenir o perigo das picadas de cobras, deve-se sempre ter a mão o soro antiofídico polivalente, de aplicação intravenosa, que serve para a maioria de todas as cobras da América, exceto para a coral.
Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. 
Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7 000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem.
No entanto, se você for mordido por uma serpente, há certos procedimentos a seguir: 
1 - Primeiramente, distancie-se da cobra agressora, localize um ou dois ferimentos puntiformes em seu corpo. 
2 - Se o local da mordida começar a inchar ou doer muito, então você foi envenenado. 
3 - Se possível, mantenha o ferimento acima ou no mesmo nível do coração para facilitar a circulação.
4 - Não de álcool ao paciente; se ele estiver deprimido, dê-lhe café. 
5 - Não o deixe cansar-se nem tomar frio, e previna-se contra infecção, limpando o lugar com álcool. 
6 - E leve-o imediatamente ao médico, se possível com a dita cobra.
7 - O veneno em si normalmente não o matará imediatamente, mas exacerbar-se enquanto envenenado pode ser fatal!.
8 - Não amarre o local da mordida para impedir que o veneno espalhe-se, pois a falta de circulação sanguínea pode matar o local e causar gangrena. 
9 - Além do mais, o veneno espalha-se por seu sistema circulatório quase que instantaneamente quando é injetado. 
10 - Apesar da crença popular, não se pode sugar o veneno da cobra usando-se a boca!.

As serpentes

Também chamadas ofídios (Ophidia), cobras, mbóis, mboias e malacatifas, são répteis poiquilotérmicos (ou pecilotérmicos) sem patas, pertencentes à subordem Serpentes. São bastante próximos dos lagartos, com os quais partilham a ordem Squamata.

O.B.S.

As cobras aqui abordadas pertencem exclusivamente ao nosso bioma, isso quer dizer, as mais comumente e popularmente  cobras venenosas do Brasil, e somente duas famílias de serpentes, que é o que nos interessa:
Porquê são essas que normalmente você amigo campista, pode encontrar em qualquer hora do dia, particularmente já tive a oportunidade não muito bem vinda por três vezes; engraçado que eram todas corais, e na verdade não sei se eram verdadeiras ou falsas "hoje eu saberia". 

A Elapidae - Possuem dois dentes inoculadores de peçonha na parte anterior do maxilar superior, de caráter marcadamente forte, não retráteis. Exemplos: coral-verdadeira e serpentes marinhas.
Viperidae - Os membros desta família possuem dois dentes retrácteis, inoculadores de uma potente peçonha de caráter neurotóxico, hemotóxico e ou citotóxico, localizados na parte anterior do maxilar superior. 
Dependendo da espécie, a peçonha é mais ou menos forte, sendo normalmente o suficiente para ser fatal ao ser humano. Os dentes inoculadores são projetados para fora durante o ataque, permitindo ao animal inocular uma quantidade de peçonha maior do que uma serpente da família das proteróglifas (Elapidae). Isso agrava ainda mais a conseqüência da mordida. Exemplos: cascavel, jararaca, surucucu, urutu, etc.


Jararacas & Cia


(Bothrops) é um gênero de serpentes da família Viperidae. Popularmente, as espécies são denominadas de jararacas, cotiaras e urutus. São serpentes peçonhentas, encontradas nas Américas Central e do Sul, sendo importantes causadoras de acidentes com animais peçonhentos no Brasil e nos outros onde se distribuem, com altas taxas de morbidade e mortalidade.
As diferentes espécies apresentam grande variabilidade, principalmente nos padrões de coloração e tamanho, ação da peçonha, dentre outras características. Atualmente, 47 espécies são reconhecidas, mas é consenso dentre os pesquisadores que a taxonomia e sistemática deste grupo está mal resolvida, de modo que novas espécies têm sido descritas e algumas sinonimizadas.

As espécies mais conhecidas de jararaca no Brasil são:

Jararaca-verdadeira (Bothrops jararaca) – vive em matas das regiões Sul e Sudeste, atingindo 1,00 metro de comprimento.
Jararaca-verde (Bothrops bilineatus) – é encontrada em mata primária, chegando a medir 70 cm.
Jararaca-do-norte (Bothrops atrox) – Vive em capoeiras, matas e lugares inundados. Muito encontrada na Amazônia, essa espécie chega a 1,50 metros de comprimento.
Jararaca-da-seca (Bothrops erythromelas) - vive em região de caatinga, e atinge apenas 60 cm de comprimento.
Jararaca-da-mata (Bothrops alcatraz) é uma serpente de até 1,6 m, encontrada no Brasil (da Bahia ao Rio Grande do Sul). 
Jararaca-cruzeiro (Bothrops neuwiedi) – também conhecida como jararaca do rabo branco, é encontrada nos cerrados, medindo até 0,80 metros de comprimento.
Urutu (Bothrops alternatus) – é encontrada em campos e cerrados, e chega a atingir 1,20 metros de comprimento.
Jararacuçu (Bothrops jararacussu) – encontrada em matas, essa espécie pode medir 1,50 metros de comprimento.
Caiçaca (Bothrops moojeni) - esta cobra apresenta grande semelhança com a jararaca. 
Cotiara (Bothrops cotiara) – vive nas Matas da Serra da Mantiqueira, chegando a atingir 70 cm.
Jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) – é encontrada somente na Ilha da Queimada Grande. Atinge os 60 cm.
Devido a uma quantidade significativas de jararacas por todo o Brasil, essa serpente é a maior causadora de acidentes com animais peçonhentos no país. Como medida preventiva, ao entrar em uma mata, deve-se sempre calçar botas, tomando cuidado ao aproximar as mãos e o próprio rosto do chão, evitando, dessa forma, um possível bote e a inoculação do veneno.
Essas são as mais comuns:

Jararaca - (Bothrops jararaca), é uma serpente peçonhenta, que pertence a Classe Reptilia, à Ordem Squamata e à Família Viperidae (subfamília Crotalinae). Essa Bothrops jararaca, aqui descrita, é também chamada de jararaca verdadeira.
Essa espécie atinge geralmente 1,2m, sendo que seu veneno é altamente letal para animais e seres humanos. Os desenhos e a cor dessa cobra proporcionam a ela uma excelente camuflagem.
É encontrada com mais freqüência em terrenos agrícolas, embora sejam também encontradas na zona urbana, onde encontram alimento com bastante facilidade. Têm como habitat natural a América do Sul, sendo encontrada principalmente no Brasil.
jararaca

Jararaca-da-mata - (Bothrops alcatraz), é uma serpente de até 1,6 m, encontrada no Brasil (da Bahia ao Rio Grande do Sul) e em regiões adjacentes no Paraguai e Argentina. Possui corpo marrom com manchas triangulares escuras, faixa horizontal preta atrás do olho, e região ao redor da boca com escamas de cor ocre uniforme.
A espécie é responsável por grande parte dos acidentes ofídicos registrados em sua área de ocorrência. Também é conhecida pelos nomes de jararaca-do-campo, jararaca-do-cerrado, jararaca-dormideira, jararaca-de-alcatrazes, jararaca-preguiçosa e jararaca-verdadeira. 
Sua cor é marrom com amarelo escuro com rajas pretas.
Perigosíssima, prepara o bote ao ver se aproximar qualquer ser. Vive em ambiente preferencialmente úmidos, como beira de rios e córregos, onde também se encontram ratos e sapos, seus pratos mais caçados. Dorme durante o dia debaixo de folhagens secas e úmidas, e gosta de tomar sol, geralmente sol pós chuva.

Jararaca-ilhoa - (Bothrops insularis), é uma serpente sui generis, adaptada a vida arborícola ou semi arborícola, o que se reflete em diversos aspectos de sua morfologia e comportamento. 
Vive exclusivamente na Ilha da Queimada Grande a 35 km do litoral paulista, no município de Peruíbe.
Calculava-se existir cerca de três a cinco mil indivíduos na ilha, mas notícias recentes, avaliando por estimativa, declaram haver cerca de 2.000 animais apenas.
A jararaca-ilhoa não tem concorrentes nem predadores. Pode sobreviver cerca de seis meses sem se alimentar. Alimenta-se normalmente comendo aves e seus ovos, especialmente do atobá-pardo, muito comum na ilha. O veneno da Bothrops insularis é muito poderoso pois, pela sua ação inibidora, a pessoa morre por falência geral orgânica ao fim de duas horas! após ser inoculada.

Jararacuçu - (Bothrops jararacussu Lacerda), conhecida vulgarmente como jararacuçu, jararacuçu-verdadeiro, surucucu, surucucu-dourada, surucucu-tapete, urutu-dourado, urutu-estrela e patrona, é uma víbora venenosa da família dos viperídeos. 
De até 2 m de comprimento e coloração dorsal variável entre cinza, rosa, amarelo, marrom ou preto, com manchas triangulares marrom-escuras.
É uma cobra bastante perigosa; uma só picada é capaz de injetar grande quantidade de toxina. 
O veneno inoculado tem o poder de causar grande dano como por exemplo: hemorragia, edema local, além de destruir os tecidos e causar serias complicações. 
Estas cobras são encontradas geralmente em florestas, por isto elas têm menos contato com as pessoas e a ocorrência de acidentes causados por elas é menor. mas nem por isso, deixa de ser de alta periculosidade.

Urutu Cruzeiro - (Bothrops alternus), conhecido culturalmente como urutu, cruzeiro e cruzeira, é um réptil ofídio da família Viperidae, a mesma da jararaca, cascavel e surucucu, que ocorre no Centro-Oeste e no Sul do Brasil, como também no Uruguai, Paraguai e Argentina. 
É classificada na série solenóglifa, quanto ao tipo de dentição, por ter as presas inoculadoras de veneno varadas por canais para a condução do veneno produzido em glândulas. 
Seu veneno é o mais tóxico dentre as jararacas, com a exceção da jararaca ilhoa, três vezes mais peçonhenta.

Caiçaca - (Bothrops moojeni), esta cobra apresenta grande semelhança com a jararaca. Vive em regiões de todo o Brasil, com exceção da região Norte. Seu veneno é muito perigoso e com certeza letal, em caso de demora no atendimento.
A inoculação do veneno da caiçaca, causa necrose nos músculos, dores, inchaço local e hemorragia. Em caso de picada desta cobra é muito importante a aplicação do soro em menos de 4 horas.


Cotiara - (Bothrops cotiara), esta cobra tem o tamanho relativamente pequeno considerando com outras cobras da sua família. Mede em torno de 90 centímetros. É muito peçonhenta. Ela habita a região Sudeste sendo encontrada no sul do Rio de Janeiro, sul de Minas e nordeste de São Paulo. Em caso de acidente é preciso que a vítima seja medicada com o soro em menos de 4 horas para evitar complicações mais graves.
Seu veneno é necrosante e hemorrágico. Em caso de acidentes com esta cobra, o soro utilizado deve ser o anti-botrópico.


Cascavéis & Cia

(Crotalus e Sistrurus) é o nome genérico dado às cobras venenosas desses gêneros.
As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano.
A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico.
Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. 
A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. 
É uma ótima possibilidade de evitar o confronto.

Em nosso país, essa grande cobra (no caso a espécie Crotalus durissus) está em segundo lugar no ranking das mais venenosas — a primeira é a coral-verdadeira. Porém, a sua abrangência está mais concentrada no sudoeste dos Estados Unidos e norte do México.
Cascavel - (Crotalus) é um gênero de serpentes da família Viperidae. São terrestres, com bote veloz e alcance de um terço do seu comprimento. São ovovivíparas ou vivíparas, possuem cauda com guizo, cabeça triangular, fosseta loreal e presas que inoculam veneno. 
Tem cor de fundo castanho claro, de tonalidades diferentes, mas se destaca uma linha de manchas losangulares marrons, mais ou menos escuras, marginadas por branco ou amarelo no dorso. 
O gênero Crotalus está representado no Brasil por uma única espécie, Crotalus durissus (nome popular: cascavel), que tem uma ampla distribuição geográfica. São responsáveis pelo maior número de mortalidade. 
Seu veneno é o mais letal e tem ações neurotóxica, anticoagulante e miotóxica sistêmica. Exemplos de ações sistêmicas: como anorexia, apatia, depressão, sonolência, anúria, coma e morte.

Das cascavéis foram encontradas cinco subespécies:

Crotalus (durissus terrificus), que se distribui pela Região sul do Brasil, mas que também se estende pelo oeste do Brasil, até algumas áreas abertas de Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Pará (campos abertos de Humaitá, Serra do Cachimbo e Santarém).
Crotalus (durissus cascavella), forma nordestina, é uma serpente característica das caatingas, que ultrapassa 1,60 metro de comprimento.
Crotalus (durissus collilineatus) encontra-se distribuída em São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Distrito Federal e Goiás.
Crotalus (durissus ruruima) é encontrada na savana de Roraima. O seu veneno ajuda em atividades farmacológicas e não é neutralizado pelos soros anticrotálicos comerciais.
Crotalus (durissus marajoensis) foi descrita para as áreas abertas da Ilha de Marajó, no Pará, sendo a forma menos conhecida.

Cascavel-de-quatro-ventas - (Crotalus durissus) é uma espécie de cascavel cuja área de distribuição se estende, descontinuadamente, do México até a Argentina. 
É também conhecida como cascavel, boicininga, boiçununga, boiquira, maracá e maracaboia.
Os machos chegam a atingir 1,5 metro de comprimento (as fêmeas são, em geral, menores). 
O revestimento é castanho, com losangos verticais escuros, e cores claras na margem. 
A parte dorsal da cauda é escura com barras transversais do mesmo tom. 
A região ventral é mais clara.

Surucucu – (Lachesis muta) vulgarmente conhecida como surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo, surucucu-pico-de-jaca e cobra-topete, é a maior cobra peçonhenta da América do Sul.
O veneno da Surucucu  é neurotóxico e pode levar a vítima a sofrer queda de pressão arterial, dor local e edema.
Também surgem sintomas como redução da frequência cardíaca, Insuficiência renal, vômito, diarreia e necrose no local da picada. É um veneno perigoso e letal. Em casos de picada a vítima deve ser levada para socorro médico imediato.  Para o tratamento é usado o soro antilaquético/antibotrópico laquético.
Vive em florestas densas, principalmente na Amazônia, mas conhecem-se registros na literatura da presença desse animal até em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica.
A subespécie Lachesis muta rhombeata, amarela com desenhos negros, está ameaçada de extinção.
surucucu

Cobras-coral  

As corais (Micrurus, Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius) são serpentes de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. 
Há corais peçonhentas (Micrurus) e não-peçonhentas (Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius), mas é difícil a distinção, possível apenas pelo exame minucioso da posição das presas ou da qualidade dos desenhos (anéis).
As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos da América. É também conhecida pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboboca, ibiboca e ibioca.
Seu veneno é de longe muito mais tóxico do que o da jararaca ilhoa, que é a segunda serpente mais venenosa do Brasil.

As corais, além de serem muito visíveis devido às suas cores, não apresentam o comportamento de ataque como, por exemplo, das cascavéis.
As cobras-coral possuem uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida.
A sua peçonha é neurotóxica, ou seja, atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, podendo levar uma pessoa adulta a óbito em poucas horas! 
O tratamento é feito com o soro antielapídico intravenoso.
A coral tem hábito noturno e vive sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição. 
Para se defender, geralmente levanta a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração; este pensa que é a cabeça da cobra e foge para não ser atacado.
Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. 

Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, por isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. 
A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva.
Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. 
Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.
Cobra-Coral (Micrurus coralinus) note bem a coloração; esta em vez do amarelo é o branco, mas algumas diferem.
Vejam:
Cobra-coral verdadeira


Corais Verdadeiras:

 1 - Micrurus coralinus;
 2 - M. frontalis; note bem que essa confunde; porquê a cor vermelha se encontra com a preta.*
 3 - M. albicinctus

Existe um antigo ditado para distinguir uma coral verdadeira da coral falsa:

Vermelho com amarelo perto; fique esperto.Vermelho com preto ligado; pode ficar sossegado. 

Porém, esse ditado está incorreto, já que além de ambas as cores poderem pertencer a corais-verdadeiras, algumas corais-verdadeiras podem não possuir a cor vermelha.
Como foi mostrado aqui; a  Micrurus frontalis é vermelho e preto ligado! e agora? fique ligado!
Existem outras cobras venenosas com padrões preto e vermelho que se tocam e outras cobras não venenosas que têm combinações em que o preto e o amarelo se alternam.

"A principal forma de identificar uma coral-verdadeira é a dentição, e para fazer isso é preciso estar com ela nas mãos. Somente um biólogo, veterinário ou uma pessoa experiente é capaz de fazer essa diferenciação entre uma coral falsa ou verdadeira, se você avistar uma serpente com características parecidas, o melhor é não arriscar e sair de perto sem tentar descobrir se é falsa ou verdadeira. Procure ajuda profissional".

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